Bom, nao consegui colar essa foto no lugar certo - dia 09.01, abastecendo nosso carrão (unlead é gasolina).
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Como
na viagem da Itália, as postagens serão em única aba.
DO DIA 02 AO DIA 04.01.13.
No aeroporto de Auckland:
O
hotel é bem localizado, com quarto espaçoso (tirando a rua de trás, que remete à rua Augusta) e, na
frente, tem um Holliday Inn, ao lado do metrô King Cross. Fica perto da Willian St., que corta boa parte da cidade e tem
várias locadoras de veículos. Almoçamos em um restaurante vietnamita – Red
Lantern (Riley St), perto da Hertz, e provamos o menu degustação
(principalmente porque não entendemos quase nada do cardápio). Tirando o preço,
foi ótimo.
A vista do Hotel:

A vista do Hotel:
Seguimos a pé até o Australiam Museum (tem dinossauros, minerais, aves e animas da região empalhados e tinha uma exposição sobre Alexandre o Grande) – 24AUD p.p.
Na Willian St (rua importante, pela qual passamos várias vezes), de frente para o museu:
Bateu um sono e simplesmente apagamos por volta das 16h (no Brasil, seria 3 da manhã) e só acordamos de madrugada.
Dia 05.01 – como acordamos de
madrugada, enrolamos até às 6h. Tomamos café da manhã na Luneburger German
Bakery (na rua atrás do hotel) – no exterior, geralmente o café da manhã não é
incluído na diária e preferimos experimentar opções locais. Andamos a pé o dia
todo.
Programamos conhecer o Museo Maritimo e o Aquário, que ficam no bairro Darling Harbour (muito bonito). No caminho, passamos pelo shopping instalado no Queen Victoria Building, linda construção:

Dentro, uma loja com nome interessante:

Fomos ao Australiam National Maritime Museum (o Guinho ficou louco com o submarino e o navio Vampire).

Do lado de fora:

No almoço, fomos ao Mercado de Peixes de Pyrmont (perto), que tem uma variedade imensa de frutos do mar e vários restaurantes (imperdível em Sydney). No caminho, paramos em um pub para um cerveja e logo fomos expulsos: não se pode entrar em pub (e descobrimos depois que nem em lojas que vendem vinhos e cervejas) com criança!!! Não se pode beber em locais públicos (praças, ruas, praias!!) e, mesmo no mercado de peixes, precisamos colocar nosso vinho em um saco de papel opaco... Vai entender esses australianos! (O Rô está ficando irritado com essa história....)
Dentro, uma loja com nome interessante:
Fomos ao Australiam National Maritime Museum (o Guinho ficou louco com o submarino e o navio Vampire).
Do lado de fora:
No almoço, fomos ao Mercado de Peixes de Pyrmont (perto), que tem uma variedade imensa de frutos do mar e vários restaurantes (imperdível em Sydney). No caminho, paramos em um pub para um cerveja e logo fomos expulsos: não se pode entrar em pub (e descobrimos depois que nem em lojas que vendem vinhos e cervejas) com criança!!! Não se pode beber em locais públicos (praças, ruas, praias!!) e, mesmo no mercado de peixes, precisamos colocar nosso vinho em um saco de papel opaco... Vai entender esses australianos! (O Rô está ficando irritado com essa história....)
Após
a soneca para recuperar a diferença do fuso, fomos jantar no Bill and Tony´s
(74-76 Stanley St) – restaurante italiano simples e bom, do guia Publifolha. Precisamos voltar de táxi por causa do vento frio (parece o nordeste, com sol quente e muito vento).
Dia 06.01 – hoje, sob protestos
dos meninos, fizemos o city tour no “buzunga” de dois andares, passando pelos
principais bairros de Sydney (60AUD p.p). Não tem fones de ouvido com tradutor,
os ônibus são velhos (não imaginava), mas economizamos um pouco as pernas.
A
Harbour Bridge é linda, assim como a baia onde fica. Andamos pela The Rocks,
bairro antigo, com cafés e lojas, e fomos até a famosa Opera House.
Voltamos
ao mercado de peixes para provar outros frutos do mar e, depois, fizemos a
segunda parte do “buzunga”, até a Bondi Beach (estava lotada e a cor da água é
linda; tirando a proibição de beber uma cerveja – caipirinha aqui é uma
ofensa!, vale a pena). Pegamos uns comes
(incluindo presunto de Kangaroo) e bebes para ficarmos no hotel a noite (no
supermercado, não tinha vinho nem cerveja – precisa ir em loja própria, sem o
Guinho).
Ainda não sabemos qual a comida típica daqui porque só vemos restaurantes chineses, japoneses, vietinamitas... Tem até jornal em japonês na recepção do hotel.
obs: para variar, estou tendo um probleminha com as fotos, mas vou continuar tentando....
Dia 07.01- Estamos
acordando cedo por causa do fuso (ontem, duas pessoas apagaram sem banho, mas
não vou citar nomes....). Até às 9h00, as ruas são bem pacatas. Há vários
cafés, que oferecem sanduíches com ovos e bacon ou presunto e queijo, por
aproximadamente 7AUD. Seguimos a pé até o porto de Sydney, de onde partem
Ferrys para várias partes (a cidade é grande e várias praias e bairros ficam do
outro lado).
Fomos
ao Taronga Zoo (li que era melhor que o Wild Life, no centro) e valeu a pena
porque tem animas diferentes, que não conhecíamos, como coalas, ornitorrinco,
demônio da tasmânia, dragão de komodo e vários répteis diferentes. Há empresas
que oferecem pacotes, mas compramos o ticket direto no píer 2 (11,50AUD p.p) e
o ingresso no próprio zoo (nos guias que se pega em hotéis e aeroportos, tem
cupons de desconto e usamos um, com 25%; assim, a entrada saiu a 33AUD p.p). É,
os preços aqui estão bem altos e esperamos que, saindo da cidade grande, a
coisa melhore. Na rua, uma água de 500ml custa de 3 a 4 AUD.
Voltamos
até a Circular Quay e seguimos para um restaurante Lowenbrau (corner of
Playfair & Argyle St), um alemão no bairro The Rocks (centro antigo), perto
do Museu de Arte Contemporânea – finalmente, conseguimos comer e tomar cerveja,
regada a ótimo atendimento e música alemã!!!
Com
uma boa caminhada, fomos ao shopping Darling Harbour, porque o Guinho queria ir
(de novo) em umas bolas infláveis, dentro de uma piscina, mas estava fechado e
ele se contentou com um simulador de corrida.
Optamos
por comprar salada, queijos, frutas e vinhos para o jantar, no quarto.
Dia 08.01-
Admito: foi exagero tantos dias em Sydney. Não vemos a hora de sair da cidade
grande, sobretudo hoje que fez um calor excessivo. Um “bafor” subia pelas
pernas. O ritmo é mais tranquilo que no Brasil e as pessoas se vestem de
maneira bem mais informal. Há muitos cafés e, com a influência japonesa,
chinesa, indiana, vamos sair de Sydney sem saber qual a típica comida
australiana. Para circular, há metrô, ônibus, táxis (não são muito caros) e,
ainda, os ferrys (barcos). Vimos muitas Discoverys e Ranges por aqui. Tem
muitos hotéis e backpacage/hostel.
Hoje,
tomamos café em uma padaria francesa, na Mackley St., bem perto do hotel, e
seguimos até a Elizabeth Bay House; valeu a caminhada, mas a casa está abandonada.
Seguimos para a Woolloomooloo Bay, onde fica a Marina Australiana, e o Guinho
curtiu os navios. Por uma escadaria, chegamos ao Royal Botanic Gardens, lindo, onde
fica a Art Gallery of NSW. Está ocorrendo o Sydney Festival, com apresentações
culturais na cidade e muitas faixas para indicar o Australiam Day, em 26.01.13.
Na
Market St. e Pitt St, perto do Queen Victoria Building (prédio lindo, hoje
shopping de luxo), tem lojas de marcas famosas e muuuuita gente.
Descemos
a Pitt até o número 336, para provar um restaurante grego, Diethnes: ótima
comida, a preço justo.
Suando
muito, voltamos ao hotel e, no mesmo caminho que passamos todos os dias, só que
do outro lado da rua, descobrimos várias agências que alugam capervans (tipo
motorhome, mas sem banheiro). Ficamos num dilema cruel...Eu e o Guinho
ganhamos, optando pelo carro da Hertz (já reservado), porque vamos rodar quase
8.000km, inclusive no Território Norte, e preferimos um carro mais novo e
confiável. Que saudade do nosso “minhão”.
Juntando
o calor e a dificuldade de beber uma cerveja (ah, fomos a um Market comprar
água e não se vende refrigerante; precisamos ir a outra loja comprar refri,
cerveja e vinho!), voltamos para o bom ar condicionado do quarto, com vista da
Opera House e da Harbour Bridge.
A
comunicação está bem melhor. O Guinho está sentido mais e, quando ouve um brasileiro,
logo começa a conversar.
Amanhã,
pegamos o carro aqui perto, às 10h00 (na categoria que reservamos, estamos
torcendo por um Hyndai i45), e seguimos para a Gold Coast, em direção a
Brisbane. Grande Barreira de Corais: aí vamos nós!!
Aos amigos Edson e Eliane, do Pé na Estrada, muito obrigada pela dica da foto: consegui postar uma e vou continar tentando.... Beijos, Gi
Dia 09.01 – Quarta – Hunter Valley e
Port Macquaire - 495km
Finalmente,
fomos à Hertz pegar nosso carro, que reservamos no dia em que chegamos. A
reserva é feita pela categoria e pegamos um Kia Optima branco, com 1.700km,
lindão!
Não há frentistas por aqui:
Também
alugamos um GPS que foi essencial para sair de Sydney, sentido Hunter Valley
(região vinícola).
Entramos
na Pacific Hwy, excelente, sem pedágios, e entramos em Cessnock para fazer a
rota do vinho. Faltam vinhedos na
paisagem, com vinícolas e restaurantes pelo caminho. Almoçamos no Robert´s,
lindo lugar, mas a comida deixa a desejar (consta do Livro 1.000 lugares para
conhecer....). Resolvemos seguir viagem.
Nas
cidades do caminho, há hotéis e motéis (hoje, aprendi a diferença: o 1º tem
restaurante e/ou bar e o 2º não, é só um local para dormir), postos com boa
estrutura (e muitos Mc Donald´s). Ao lado, bosques e mais bosques de
eucaliptos. Velocidade entre 100 e 110 km, com radares. Há várias áreas de
descanso e locais para campervans. O estilo das casas é bem típico, com casas de madeira, varandas.
Seguimos
com calma até Port Macquarie, cidade litorânea legal e cansamos de ver as
placas “no vacancy” até acharmos o Koala Tree Motel, por 179 AUD sem café... É,
às vezes a falta de reserva atrapalha... Demoramos para sair e, por volta das
21h30, vários restaurantes haviam fechado; achamos uma comida chinesa.
Dia 10.01.13 – Gold Coast - Brisbane - 530km
Depois
da aventura de ontem, resolvemos reservar hotel em Brisbane!
Pegamos
a estrada as 8h00 e, a partir de Port Macquaire, a pista fica simples, com
alguns trechos de terceira faixa. O Rô está se adaptando bem à direção na mão
direita. Continuam os bosques de eucalipto e, nas planícies, fazendas com gado,
especialmente angus. Trânsito
intenso.
No caminho, depois de Kempsey, paramos para comer uma
torta no Fredo Pies, em Frederickton (local simples e lotado). Paramos
para almoçar em Wo...., no caminho, e já há oferta de boa carne.
O
trânsito foi intenso até a Gold Coast e entramos em Surfes Paradise e, depois, Main Beach, parecido
com a Riviera, com mais prédio e mais luxo. Fiquei
feliz de ver o mar porque imaginava, pelo mapa, seguir a rota litorânea, mas
não dá para avistar as praias.
Vista da Surfes Paradise
Paramos
em um dos Mc do caminho (há muitos por aqui e vou precisar maneirar nas batatas que ando comendo) e pedi um Kids Meal para o Guinho, sem molho e sem
picles. Falei algo do tipo só carne e queijo e, daí a pouco, o Guinho falou:
mamãe, só tem um hambúrguer aqui. Respondi que era assim mesmo no cheesburger
e, então, ele nos surpreendeu mostrando a caixinha com um hambúrguer e queijo
em cima, sem pão.....
Chegamos
ao Ibis de Brisbane com facilidade, graças ao GPS. Quarto recém reformado, boa
localização. Só precisamos colocar o carro no estacionamento particular.
A
primeira impressão da cidade foi ótima, confirmada pelo jantar no Gilhooley´s
(Corner Albert St. and Charlotte St.), um irish pub a cinco quadras do
hotel - steack house.
Dia 11.01.13 – Brisbane
Aqui, o hotel tinha café incluído. Estamos conhecendo melhor a comida australiana: ovos, bacon, panquecas, mingau de aveia, feijão...
Há muitas lojas aqui e, no calçadão da Queen St., os meninos ficaram loucos com a maior loja de brinquedos que já vimos, lotada de aviões para montar. Foi um estrago!
Tem muitos passeios próximos, mas optamos por ficar na cidade hoje e pegamos o ônibus city sights (35 AUD p.p), que dá uma visão geral da cidade.
Almoço no Streets Bank, onde tem várias lojas e uma lagoa com areia de praia, meio "piscinão de Ramos", lotada.
Seguimos a pé até o Museu Marítimo e, como fecharia em duas horas, o Guinho não pagou. Foi legal, mas percorremos o circuito em meia hora.
Buzão de novo, mais uma andadinha no centro e não resistimos a um Kebab (em outras palavras, churrasquinho grego, com carne de carneiro) - há muitos por aqui e o cheiro era ótimo. Foi bom.
Os asiáticos em geral invadiram Brisbane e aqui é um pouco mais fácil beber uma cerveja no restaurante.
Fomos tomar um banho, mas o cansaço e o fuso contribuiram para um apagão.
Dia 12.01.13 – Bundaberg - 400 km
Pegamos a estrada um pouco tarde hoje, quase as 10h. Seguimos em direção ao norte, pela Sunshine Coast. Novamente, a estrada não margeia o mar, como aparenta no mapa, e, para ter acesso à praia, é preciso entrar em alguma cidade.
A rodovia é muito boa, com trechos duplicados, sem pedágio, mas a velocidade é limitada a, no máximo, 110km/h e não se pode andar mais que isso. Eles respeitam mesmo, salvo alguns caminhões malucos que passam correndo. Há postos pelo caminho, com estrutura (em vários tem Mc Donnald´s).
Paramos em Nossa Heads, um balneário famoso. A praia é muito bonita, água agradável... Difícil, contudo, perto das nossas mordomias, pois não há barracas na praia, nem bebida. Há muitos hotéis e restaurantes e, depois do almoço, seguimos para Bundaberg.
Eu queria muito conhecer a Fraser Island, a maior ilha de areia, com praias lindas e lagoa, mas iria apertar o roteiro... A prioridade é conhecer a Grande Barreira de Corais, prevista para depois de amanhã.
Chegamos no final do dia e, pela primeira vez, a reserva feita hoje no almoço pelo site hotels.com não deu certo: chegamos e a recepcionista (indiana) não achava e levou mais de meia hora para resolver.
Saímos para jantar e, depois de andar um pouco para evitar fast food (não faltam Mc Donnald´s, KFC e outros), paramos no Silkers. Escolhemos a carne (que por aqui é comum e boa), com buffet de saladas e sobremesa. Por incrível que pareça, vários restaurantes fecham por volta das 21h30 e umas três funcionárias vieram perguntar se queríamos mais algo do buffet, até que veio a gerente e perguntou se queríamos um containner para levar a sobremesa.... Risos mil...
PS: no Brasil, foi veiculada uma matéria no Jornal Nacional, dias depois, sobre ataque de tubarão na Austrália....
Não se preocupem com as aventuras porque, a partir de amanhã, os trechos são muito turísticos!!
Aqui, o hotel tinha café incluído. Estamos conhecendo melhor a comida australiana: ovos, bacon, panquecas, mingau de aveia, feijão...
Há muitas lojas aqui e, no calçadão da Queen St., os meninos ficaram loucos com a maior loja de brinquedos que já vimos, lotada de aviões para montar. Foi um estrago!
Tem muitos passeios próximos, mas optamos por ficar na cidade hoje e pegamos o ônibus city sights (35 AUD p.p), que dá uma visão geral da cidade.
Almoço no Streets Bank, onde tem várias lojas e uma lagoa com areia de praia, meio "piscinão de Ramos", lotada.
Seguimos a pé até o Museu Marítimo e, como fecharia em duas horas, o Guinho não pagou. Foi legal, mas percorremos o circuito em meia hora.
Buzão de novo, mais uma andadinha no centro e não resistimos a um Kebab (em outras palavras, churrasquinho grego, com carne de carneiro) - há muitos por aqui e o cheiro era ótimo. Foi bom.
Os asiáticos em geral invadiram Brisbane e aqui é um pouco mais fácil beber uma cerveja no restaurante.
Fomos tomar um banho, mas o cansaço e o fuso contribuiram para um apagão.
Dia 12.01.13 – Bundaberg - 400 km
Pegamos a estrada um pouco tarde hoje, quase as 10h. Seguimos em direção ao norte, pela Sunshine Coast. Novamente, a estrada não margeia o mar, como aparenta no mapa, e, para ter acesso à praia, é preciso entrar em alguma cidade.
A rodovia é muito boa, com trechos duplicados, sem pedágio, mas a velocidade é limitada a, no máximo, 110km/h e não se pode andar mais que isso. Eles respeitam mesmo, salvo alguns caminhões malucos que passam correndo. Há postos pelo caminho, com estrutura (em vários tem Mc Donnald´s).
Paramos em Nossa Heads, um balneário famoso. A praia é muito bonita, água agradável... Difícil, contudo, perto das nossas mordomias, pois não há barracas na praia, nem bebida. Há muitos hotéis e restaurantes e, depois do almoço, seguimos para Bundaberg.
Eu queria muito conhecer a Fraser Island, a maior ilha de areia, com praias lindas e lagoa, mas iria apertar o roteiro... A prioridade é conhecer a Grande Barreira de Corais, prevista para depois de amanhã.
Chegamos no final do dia e, pela primeira vez, a reserva feita hoje no almoço pelo site hotels.com não deu certo: chegamos e a recepcionista (indiana) não achava e levou mais de meia hora para resolver.
Saímos para jantar e, depois de andar um pouco para evitar fast food (não faltam Mc Donnald´s, KFC e outros), paramos no Silkers. Escolhemos a carne (que por aqui é comum e boa), com buffet de saladas e sobremesa. Por incrível que pareça, vários restaurantes fecham por volta das 21h30 e umas três funcionárias vieram perguntar se queríamos mais algo do buffet, até que veio a gerente e perguntou se queríamos um containner para levar a sobremesa.... Risos mil...
Dia 13.01.13 – Rockhampton – 330km
Saímos
de Bundaberg por volta das 8h00, após abastecer e comer umas “pies” (eu amei
essas tortinhas, com recheios variados). Nosso carro está fazendo quase 13km/l
e o combustível sai a 1,46 AUD/l (sempre no estilo self service).
Após
40 km, passamos por Gin Gin (tem vários hotéis e motéis – não precisava ter
desviado a rota) e seguimos até Gladstone, pela Pacific Hwy – rodovia boa, mas
com muitos trechos em obra, tornando lenta e mais cansativa a viagem. Há
policiais com radares ao longo da rodovia e precisamos manter os 100km/h. Pelo caminho, casas em estilo muito inglês,
de madeira, com sacadas trabalhadas, muito eucalipto ao longo da rodovia e
várias propriedades com gado angus e também começamos a ver nelore.
Paramos
em Gladstone para o almoço - no calor escaldante do domingo, parecia uma cidade
fantasma, com restaurantes fechados e ruas desertas. Achamos uma Steak House
aberta, Queen´s, junto ao hotel do mesmo nome, na frente do Quality Inn – muito
boa.
A
cidade deveria ser litorânea, mas não dá para ver a praia, só porto cheio de
containers.
Seguimos
até Rockhampton - a capital da carne australiana. Chegando, paramos no ponto de
informação turística do Lions, com voluntários idosos (já vimos vários voluntários
assim, em locais variados, até no Zoo). No almoço do dia anterior, reservamos o
Traverlodge (por 100 AUD a diária – valeu muito a pena, pela localização).
Não
dava para aguentar o sol e esperamos um pouco para sair. Nessa região menos
turística, não dá para sair muito tarde porque o jantar é das 18 às 21h!!!
Fomos
ao Bush Inn, um pub perto do hotel, Steak House, bem típico: você entra, a
garçonete te acompanha até a mesa com o cardápio; depois, vc. vai até o balcão
da cozinha, pede o prato, paga e espera na mesa. Vai ao bar, pega as bebidas,
paga e vai para a mesa (se quiser beber mais de uma cerveja, precisa repetir o
procedimento) --- não imaginava que ser atendida por um garçom fosse tanta
comodidade!! Fiquei impressionada ao ler JBS e Friboi no cardápio. Que orgulho,
eles têm parceiros australianos!! Estamos na avenida em frente ao Rio e o
barulho das aves nos eucaliptos é marcante.
Outra
descoberta: quando o pub é só bar, não se pode entrar com criança, mas quando
tem restaurante, separado da área do bar, tudo bem.
Dia 14.01.13 – Rockhampton (finalmente,
a Grande Barreira de Corais)
Seguimos
para o Pier One, em Rossylm Bay, de onde partia o Ferry para a Great Keep
Island, às 10h30, e precisávamos chegar meia hora antes. O GPS está sendo
essencial na viagem e chegamos com folga. Reservei por telefone no dia
anterior, mas estava bem tranquilo e, de estrangeiros, só nós e um casal
alemão.
O
Ferry saiu pontualmente, mas não entendemos as explicações do passeio porque eles
falam rápido. Resolvemos seguir as pessoas que tinham pulseirinhas rosas como
as nossas. Deu certo!! Desembarcamos na ilha e logo entramos em uma embarcação
pequena, com fundo de vidro.
O
passeio na grande barreira de corais foi legal, avistando os corais variados –
é impressionante a diversidade de vida no fundo do mar – alguns peixinhos,
arraias e tartaruga gigante! No entanto, aquela coloração de fotos ficou só na
propaganda...
No
dia a dia, estamos achando que veio daqui aquela expressão “para inglês ver” –
carne aqui, para inglês ver (eles fritam até amargar e cobrem de molho,
principalmente BBQ - barbecue); vinhos de qualidade, para inglês ver (são
razoáveis, com tampas de rolha, sem muita história); praia, para inglês ver
(águas translúcidas, cheias de perigos – com exceção de Sydney, as praias por
aqui são desertas); coala e canguru no colo, para inglês ver (não se pode tocar
nos animais – se pagar uns dólares extras, pode chegar mais perto); recife de
corais multi colorido e cheio de peixinhos, para inglês ver.....
Nosso
passeio incluía BBQ, expressão muito usada por aqui – foi uma surpresa boa
porque não tinha entendido nada.... Na prática, era pão francês com um misto de
salsicha e linguiça, cebola e molhos.
Após
o lunch, mergulho com snorkel na
barreira de corais. Levamos nosso equipamento, mas os 6m de profundidade onde o
barco parou desanimaram um pouco.
O Rô
e eu até entramos na água, em volta do barco, mas o Guinho não quis entrar e sugeriram
nos levar de bote até a praia, onde tivemos um incidente.
Incidente
pela Gi:
Parece
uma coisa. Estávamos em menos de 20 pessoas no passeio e quase todos pularam na
água e foram nadar no recife, cerca de 50 m do barco. Quando o Rô pulou na
água, achou muito funda e parecia que puxava para baixo. Entrei só em volta do
barco e achamos estranho deixar o Guinho sozinho, que não quis entrar. O rapaz sugeriu nos levar até a praia e fomos
de bote. Á água é impressionantemente cristalina, com temperatura muito
agradável. O Guinho disse ter visto uma cobra e ficamos na beira da praia
observando os restos de corais e conchas trazidos pelo mar. Entrei devagar na
água e vi uma água viva diferente, em formato de pera invertida. Chamei o Rô,
que logo avistou outra e saímos da água. Caminhamos um pouco e insisti em
entrar na água. Fui entrando e dei um mergulho. Estava com a água na cintura
quando olhei e vi algo vindo em minha direção. Pensei que fosse um peixe grande,
mas achei estranho o deslocamento de água reto, quando as ondas estavam para a
esquerda, muito rápido. Gritei o Rô, perguntando “o que é isso” e fui saindo da
água, até que “a coisa” desviou. Graças a Deus! Sinceramente, não sei o que
era. Da praia, em um plano um pouco mais alto, os meninos juram ter visto um
tubarão. No dia seguinte, andando na cidade, parei quando vi a manchete do
jornal: avistaram um tubarão tigre com 5,5m no dia anterior, na Costa
Capricórnio, onde estávamos, na praia Emu, cerca de 5km da praia em que entrei.
No dia anterior, tinha visto uma manchete sobre ataques de tubarão, noticiando
a atuação da patrulha da guarda costeira, mas só depois do susto fui ler as
estatísticas e perceber que o maior número e os maiores tubarões foram
localizados nessa região.... Os guias riram e brincaram que só tinha crocodilos
por ali... É, dá para agradecer bastante
e refletir outro tanto.
O
incidente, pelos meninos (as testemunhas oculares escreverão
depois).
Bom,
já que terminou tudo bem, pegamos outra prainha na parada principal da Ilha –
com mais gente na água (pode ter contribuído o fato de, na hora do incidente,
eu estar sozinha em uma praia deserta, pois os outros do grupo estavam em alto
mar, no recife) e voltarmos à terra firme. Paramos em uma Bunnings (tipo
C&C, gigante) para pegar umas coisinhas que os meninos precisavam para continuar
a montagem de aviões (hábito noturno) e formos para o hotel.
Depois
do banho, fui ao supermercado Coles com o Guinho (rede grande por aqui). Como
prêmio, além do final feliz na praia, no verso do cupom fiscal tinha propaganda
do restaurante do hotel e, com o cupom, ganhamos um dos pratos no jantar que, ainda, tinha padrão
internacional. Finalmente, estamos conseguindo comer bem porque, até agora,
está difícil comer saudável: muita fritura (qualquer coisa vem com batata frita
e, nisso, eles são bons), molhos até nas saladas!
Dia 15.01.13 – Rockhampton
Resolvemos
ficar mais um dia, para conhecer a cidade. Tinha disponibilidade no hotel e,
por $5 a mais, foi incluído o café da manhã.
A
cidade é legal e lembra muito algumas cidades da Argentina, com ruas amplas,
construções antigas, casas de madeira e roupas demodê; os biquínis tem
franjinhas. Paramos em uma loja de caubóis e também tem várias lojas de
equipamento para montaria, para pesca, caça e camping, com equipamentos muito
legais. O Rô comprou uma bota de caubói!
Fomos
até a Koorana, uma fazenda de crocodilos, para almoçar e chegamos às 13h10, mas
a funcionária disse que o restaurante fechava às 13h00. Sem choro nem vela,
voltamos os 40 km até a cidade e, quando estávamos quase indo ao Mc Donnalds
porque vários restaurantes não abriam para o almoço, resolvemos conferir o
restaurante do hotel e, bem no centro, achamos o Outback Jack, ótimo bar e
restaurante, bem típico, com garçom (!), cerveja e boa comida. Comemos uma
costelinha de porco deliciosa.
A
noite, deixamos a chuva fina de lado e fizemos um BBQ no hotel e, então,
comemos uma boa carne bovina e de carneiro, feita pelo Rô. Já reforçamos o
estoque de água, sucos e lanchinhos para encarar os 700km de amanhã, pelo
outback australiano.
Ah,
uma coisa interessante: as tomadas precisam ser ligadas. Tem um botão em cima,
como o interruptor de luz, e demorei testando várias até que percebi o que
faltava...
Outra
descoberta: inúmeros restaurantes abrem às 17 ou 18 h para o jantar e fecham às
21h!! Muito diferente dos nossos horários. Os australianos dessa parte são mais
amáveis.
Dia 16.01.13 – Longreach – 690km
Acordamos
cedo, mas até tomar café e preparar as coisas, pegamos a estrada às 8h. A
rodovia é boa, de pista simples, com pouco movimento se comparada às nossas, só
que com vários trechos em obra, paradas e demora. Quando fica tudo liberado
para a “rodagem”, há radares no meio do nada e muitos cangurus atropelados nas
margens, forçando manter os 100 ou 110km/h.
Há
cidades pequenas no caminho, estilo Radiator Spring: parece cenário, com
algumas casas, motéis, mercadinho. Paramos em Bluff e pegamos uma tortinha de
carne. O Guinho mandou uma Fanta Frozen (aqui, é muito comum refri frozen – que
inventança!!).
Paramos
para abastecer em Emerald, cidade famosa pela exploração de pedras preciosas,
com vários postos, Mc Donnalds e outros restaurantes, mas, como ainda não
tínhamos andado nem a metade do trecho, seguimos viagem.
Paramos
em Alpha às 13h30 e não achamos restaurantes. Na padaria, há somente pães e
bolos. Pegamos um e fomos ao mercadinho, comprar frios e frutas para um lanche
na área de descanso (tem mesa, torneira, banheiros limpos).
A
partir de Emerald, o movimento da estrada diminui consideravelmente e a estrada
continua boa. Alguns caminhões road
train (o equivalente a um bitrem que puxa quatro carrocerias) circulam por
aqui.
A
paisagem também mudou, lembrando nosso cerrado: vegetação baixa, poucas árvores
retorcidas e pasto com gado, a maioria angus.
Chegamos
em Longreach às 16h30 e, logo na entrada, fica o museu da Qtans. Desci e, como
fechava às 17h00, o Guinho e o Rô correram para aproveitar. A estrutura é muito
boa.
Saímos
para procurar o Albert Park Mottor Inn (daqueles que tem uma garagem para o
carro na frente do quarto), que tinha reservado pelo booking.com, e fica bem na
frente do museu.
Fomos
conhecer a cidade, uma verdadeira Radiator Spring melhorada. Parece que estamos
em um cenário do velho oeste. Aqui no outback, acabaram os fast foods (salvo o
fish and chips) e, no cardápio, muita carne. Paramos no Eagle East e jantamos às 18h30
(horário de maior movimento no restaurante!). O dono ficou muito animado de ver
brasileiros e a falta de fluência na comunicação atrapalha um pouco a conversa.
Amanhã,
seguimos para Mount Isa.
Por
incrível que pareça, a internet não é tão fácil. No hotel, só tem na recepção
e, quando fui postar, depois de um banho, às 9h45, já estava tudo fechado.... Hoje, pela manhã, consegui falar pelo skipe com meus pais e com a sobrinhada... Foi muito bom. As fotos ficam para depois, pois o Rô está no carro, de cara feia!!!!
17.01 – Mount Isa – 650km
Pegamos
a estrada às 8h30. Há placas indicando cangurus na rodovia e, nesse trecho,
havia tantos atropelados que resolvemos marcar um trecho de 30km e contamos
53!! Graças a Deus, não vimos nenhum vivo e deu para entender porque as
camionetes e carros têm tanto quebra mato e faróis de milha. Vimos emus,
casuais e muito gado.
Pista
simples, mas tranquila, sem muito movimento, e o Rô já acostumou bem com a
direção do lado direito. Paramos em Winton para abastecer e, conforme diminui o
número de postos, o valor do combustível sobe. É difícil manter os 110km/h. Em
MacKinlay, parada para sanduíche (tem posto e motel).
Com
calor de 35º, chegamos em Mount Isa às 16h00. Tínhamos reserva no Motel Central
Park e, mesmo não gostando muito do quarto, não dava para perder o valor.
Aliás, hotéis e motéis por aqui são bem caros para nosso padrão. A média é de
150 AUD para locais simples, com carpetão e cortininha de plástico no box
(estilo argentina), às vezes sem café. Nos motéis, eles trazem uma bandejinha
na noite anterior, com suco, leite, cereal e pão de forma com manteiga para a
manhã seguinte.
Mount
Isa é cidade industrial, a base de mineração, e sede do rodeio mais famoso da
Austrália. Não é muito bonita e, juntando a cidade feia e o cansaço, pegamos
comida pronta para comer no quarto (vários motéis tem uma mini cozinha, com micro-ondas
e frigobar).
Dia
18.01 – Tennant Creek – Overlander´s Way – 650km
Na rodovia
às 8h00, abastecidos (pegamos o carro com 1.720k e o odômetro já marca 5.015km –
o vidro da frente ficou com um trinco, no mesmo dia do incidente do “shark”).
Estrada
tranquila até Comooweal, último ponto de apoio nos próximos 290km. Poucos
quilômetros depois da cidade, placa sinalizando a entrada no Northern Territory
- NT (limite com Queensland) e, quando vimos a placa permitindo 130km/h, mal
acreditamos. A viagem rendeu um pouco mais e o calor foi atenuado por uma chuva
fina.
O asfalto
é ótimo, pista simples e cruzamos com road trains (alguns tem mais de 50m!!),
camionetes e carros. Pelas placas, essa estrada tem trechos de alagamento no
período das chuvas e, às vezes, até fecha.
Parada
em Barkly Homestead: local típico, limpo, comida boa, souvenirs, a 433km de
Mount Isa. O Guinho ficou impressionado com os aborígenes, que começamos a ver
nessa parte do país.
Chegamos
com tranquilidade em Tennant Creek e paramos no Safari Lodge Motel (há mais uns
cinco na pequena cidade): mais um carpete para repetir “Guinho, para de pular;
olha a alergia”. Quando o Rô começa a espirrar, ele para. Pelas ruas, muitos
aborígenes.
Cruzamos
hoje a Black Zone, assim conhecida porque é um trecho sem muito movimento, sem
postos e sem sinal de celular. Fiquem tranquilos porque, apesar da falta de
informação nas pesquisas, fomos conversando com pessoas daqui, inclusive duas
famílias de Darwin, extremo do NT (Northern Territory), que só alertaram para
os cangurus, combustível e carga extra de alimentação e água mineral.
Esqueci
de falar que, na Austrália, é muito comum servirem água em garrafas de vidro
nos restaurantes e, como não vinha na conta, descobri que era da torneira. Eles
estranham quando pedimos Spring Water, que é a mineral (chega a custar 5AUD nos
postos a garrafa de 1,5l e cerca de 2AUD nos mercados).
Não se preocupem com as aventuras porque, a partir de amanhã, os trechos são muito turísticos!!
Um
detalhe: ao escolher o motel, vi vários carrões parados e pensei: é aqui que as
famílias ficam. Depois, percebi que havia uma locadora de veículos ao lado, que
deixava os carros lá. Só tinha mais um hóspede...
Por
sugestão da dona do motel, fomos ao Memorial Club. Como teve um novo fuso,
reduzindo meia hora (são 12,5h do Brasil), chegamos às 18h00 e às 18h40 não tinha
mais mesa. Acho que foi a melhor opção na cidade e agora estamos definindo o
cardápio daqui: cortes de carne bovina, carneiro e às vezes porco com batata
frita; também inclui pratos a base de peixe, com muita influência asiática. Havia
alguns jovens aborígenes e crianças parecendo adotadas por famílias de pele
muito clara. Por aqui, tem chamado a atenção o excesso de peso dos australianos
mais velhos. No mesmo ambiente, tem a divisão
do bar, com piso frio, e carpete no restaurante: o Guinho já sabe que ele só
pode entrar no carpete!
Aqui,
continua o mesmo hábito: vc. escolhe a comida, paga. Vai ao bar, escolhe a
bebida e paga. As vezes, alguém serve na mesa, mas na maioria das vezes tem um
monitor com bip e, quando acende a luz e faz barulho, vc. busca a refeição.
Apesar de termos estranhados, é bom saber que não tem que pedir conta e, por
aqui, não há 10%.
Dia 19.01.13 – Alice Spring – 508 Km
Estrada
ótima, a 130km então, fica melhor. O vento forte e o aumento na velocidade
diminuíram a média do carro, mas estamos indo bem e não vimos mais cangurus
atropelados; cruzamos com poucos veículos e camionetes. No trecho, havia apenas
três paradas, mas não cidades, só um posto com bebida, comida (muita fritura,
como linguiça, frango empanado) e combustível, ainda que mais caro (chega a
1,99/l), além das “rest áreas” para parada e descanso (não tem acostamento).
A 100km, Devil´s Marbles: penedos
esféricos de granito vermelho, produto da atividade geológica há 1,7milhões de
anos, bem próximo da estrada.
Nova
parada na Wyclife Well, considerada a capital de UFO (ET´s) da Austrália. Em
Ti-Tree, colocamos 20AUD de gasolina, para tranquilizar a chegada.
Cruzamos
novamente o Trópico de Capricórnio e há um marco na estrada, sinalizando a
divisa entre Darwin e Adelaide (norte e sul da estrada). Na chegada em Alice
Spring, no carro estava tocando I´ll survive!!! (aqui foi filmado Priscila, a
rainha do deserto).
Havia
reservado na noite anterior o hotel Ibis Styles All Seasons, por 109 AUD, e foi ótimo:
quarto reformado, com carpete de madeira, a 15minutos de caminhada do centro.
Como
chegamos no hotel às 13h45 e, por aqui, os almoços costumam ser até as 14h, já
pedimos o que tinha disponível: lanche com batata. Estava ótimo e tinha
beterraba junto com o hambúrguer!
Fomos
conhecer o Reptile Centre e valeu a pena porque eu e o Guinho seguramos uma
cobra Olive Python (deu muito frio na barriga) e lagartos. O centro é pequeno,
mas bem organizado e deu para ver o Terry, um enorme crocodilo de 21 anos.
Jantar
no Red Ochre Caffe, na Todd Mall. Estou provando todos os porc ribs que
encontro nos cardápios... Os restaurantes do outback sempre tem cardápio kids,
com várias opções, bem mais econômicas.
Dia 20.01.13 – Alice Spring
O
café continental estava incluído, mas só havia chá e nescafé. O Rô pediu um
expresso e falou o número do nosso quarto, em inglês, 42: o garçom entendeu “for
two” e trouxe um expresso para mim. No almoço, eu tinha pedido uma cerveja, uma
coca e uma água tônica. Ele foi lá e pediu “another”. O cara providenciou mais
um de cada!!
Pela
manhã, fomos conhecer o Desert Park, a 6km da cidade, que representa bem a
fauna e flora da região desértica, com explicações sobre como os aborígenes
(muito comuns por aqui, mas dá impressão de que eles são marginalizados)
sobrevivem no deserto, a base de frutos e caça de cangurus. Apesar do sol de 39º
(mas seco, diferente do Brasil), valeu a pena entrar nos aviários, ouvir os
pássaros, observar os animais de hábito noturno e, ainda, andar entre os
cangurus vermelhos.
Almoçamos
na cidade, em um autêntico Saloon, na Todd St: Bojangles e, como tinha
restaurante, o Guinho pode entrar. Mais um porc ribs e cerveja a vontade. As
porções são bem servidas.
Aproveitei
para reservar o hotel de amanhã, no Uluru, em uma agência próxima. Uma
passadinha básica no mercado para garantir o estoque de água e gatorade e
jantinha no hotel.
Algumas
observações sobre os australianos: os homens andam de short ou bermuda,
inclusive para trabalhar; o Mc Donnald´s é conhecido como Macaa´s; Austrália é
conhecida como Aussie; as pessoas tem muitas tatuagens, em partes inusitadas do
corpo; área do bar separada do restaurante; rolinhas com topete, igual a
calopsita; parece que não há tanta mistura racial, como no Brasil, pois vimos
muitos australianos descendentes dos ingleses, bem claros, asiáticos, indianos
e aborígenes.
MOTEL: é um lugar só para dormir, sem restaurante e sem estrutura de hotel. Nada a ver com nosso conceito.
MOTEL: é um lugar só para dormir, sem restaurante e sem estrutura de hotel. Nada a ver com nosso conceito.
Dia 21.01.13 - Uluru (Ayers Rock) - Kata Tjuta (The Olgas) - 450km
O odômetro já marca 6.188km e saímos de Alice Spring com calma, apreciando a vista dos Mac Donnalds Rangers - a cidade estava vazia. Estrada muito boa, a 130km/h na principal, que acompanha a ferrovia norte/sul, e 110 na secundária, após Erlunda - o trecho fica mais cansativo e, embora esperássemos mais movimento, a estrada estava bem parada.
Há opção para seguir até o King Canion por terra, mas não desafiamos a exigência de 4x4.
Cerca de 50km antes, achamos ter visto o Uluru, que se destaca como um monolito na planície desértica), mas era o Mt Connor, lindo!
No caminho, não há muitas paradas e preferimos garantir um "lunch" (acho que tem esse nome porque é isso mesmo) em Curtin Spring - cheesburguer com cebola frita, salada e beterraba, além de muita batata frita.
Para hospedagem, há uma vila resort em Yulara, com opções luxuosas até camping. Reservamos o Outback Piooner Hotel & Lodge, com banheiro privativo, e fomos assistir ao por do sol no Uluru, que muda de cor conforme recebe os raios de sol.
O conceito de resort é bem diferente do Brasil: tem uma boa estrutura, mas o quarto é relativamente simples (carpete, óbvio), piscina, várias opções de restaurante, BBQ e não acreditamos quando vimos uma cozinha para hóspedes, com fogão industrial. Tem supermercado no resort, com preços da cidade, e, claro, matamos a vontade com uma boa comida: lamb (carneiro) com salada e massa para o Guinho. Vários orientais usaram a cozinha, mas o cheiro bom mesmo veio do grupo de italianos. Há gente de toda parte do mundo por aqui e, além da cozinha dos hóspedes, há uma área de churrasqueiras (que parecem nossas chapas) em que se compra a carne e vc mesmo prepara a carne.
Dia 22.01.13 - Uluru
Acordamos tarde pois estava nublado e chuviscando. Café no quarto (no hotel, "no food" - nenhum tipo de refeição é incluída) e fomos até o Parque Nacional, bem perto. A entrada )25AUD p.p) dá direito a três dias de parque.
Conhecemos o Centro Cultural, contando a história do povo Anangu, que vivia aqui, mas não se pode tirar fotos. Depois, contornamos o Uluru de carro e fizemos uma trilha leve a pé. Há muitas advertências sobre os riscos de desidatração e a subida ao cume não é permitida. O Uluru é considerado sagrado para os aborígenes e há trechos restritos, em que não se pode chegar ou não se pode fotografar. O artesanato local é bonito, mas bem caro.
Fomos até Kata Tjuta (Olgas) e voltamos para almoçar na cozinha dos hóspedes: um bom french rib com salada, para não atrapalhar a piscina. Por incrível que pareça, no almoço só a lanchonete do hotel fica aberta. A noite, retornamos à cozinha. Ao lado, na área do bar, música ao vivo, que se estende até umas 22h30.
Dia 23.01.13 - Coober Pedy - Explorer Hwy -
Saímos às 8h00, abastecidos (nessa região, a gasolina está custando 2AUD/l). Paramos em Erlunda e repetir o trecho torna a viagem bem cansativa. É engraçado porque, na estrada, parece que não se vê ninguém, mas quando se para nos postos, os carros começam a parar.
Logo depois, deixamos o Northern Territory e entramos no South Australia, alterando o fuso em 1h. Paramos em Marla para almoçar e, quando vi um frango assado, não acreditei: pedi logo e foi a mulher quem estranhou a gente comer um frango no restaurante. Vai entender!!!
Nas divisas de territórios, há placas advertindo sobre a "quarentine": restrições quanto a entrada de frutas e vegetais de uma região para outra. Não pegamos nenhuma fiscalização, mas achamos melhor não dar bobeira.
A estrada continua boa e bem tranquila, com menos movimento que na chamada zona negra. Há placas escritas em asiático (não sei diferenciar a escrita japonesa da chinesa, tailandesa ou coreana), mas português por aqui, nem pensar. Aos lados, só pasto muito seco e nada de gado ou lavoura.
Quase 50km antes da cidade, avistamos as minas de opala. Coober Pedy é famosa pela mineração de opala e há muitas placas advertindo sobre os perigos de buracos no solo, por conta da mineração. Há muitas casas, restaurantes e hotéis subterrâneos (a cidade é pequena, mas tem pelo menos 7 opções de hospedagem). Aqui, não fizemos reserva e estamos no melhor da cidade: Desert Cave Hotel. Nosso quarto é subterrâneo, sem janelas, muito legal.
Saímos para ver o por do sol nesse deserto, com cores lindas, já passada das 20h, e voltamos para jantar no hotel, com restaurante de padrão internacional e tratamento impecável.
Parte "social" do hotel:

Amanhã, seguiremos para o Valle Clare, região vinícola perto de Adelaide. Alteramos os planos e decidimos excluir Melbourne e a Tasmânia, porque gostamos demais do Red Centre e ficamos dias a mais que os previstos.
O odômetro já marca 6.188km e saímos de Alice Spring com calma, apreciando a vista dos Mac Donnalds Rangers - a cidade estava vazia. Estrada muito boa, a 130km/h na principal, que acompanha a ferrovia norte/sul, e 110 na secundária, após Erlunda - o trecho fica mais cansativo e, embora esperássemos mais movimento, a estrada estava bem parada.
Há opção para seguir até o King Canion por terra, mas não desafiamos a exigência de 4x4.
Cerca de 50km antes, achamos ter visto o Uluru, que se destaca como um monolito na planície desértica), mas era o Mt Connor, lindo!
No caminho, não há muitas paradas e preferimos garantir um "lunch" (acho que tem esse nome porque é isso mesmo) em Curtin Spring - cheesburguer com cebola frita, salada e beterraba, além de muita batata frita.
Para hospedagem, há uma vila resort em Yulara, com opções luxuosas até camping. Reservamos o Outback Piooner Hotel & Lodge, com banheiro privativo, e fomos assistir ao por do sol no Uluru, que muda de cor conforme recebe os raios de sol.
O conceito de resort é bem diferente do Brasil: tem uma boa estrutura, mas o quarto é relativamente simples (carpete, óbvio), piscina, várias opções de restaurante, BBQ e não acreditamos quando vimos uma cozinha para hóspedes, com fogão industrial. Tem supermercado no resort, com preços da cidade, e, claro, matamos a vontade com uma boa comida: lamb (carneiro) com salada e massa para o Guinho. Vários orientais usaram a cozinha, mas o cheiro bom mesmo veio do grupo de italianos. Há gente de toda parte do mundo por aqui e, além da cozinha dos hóspedes, há uma área de churrasqueiras (que parecem nossas chapas) em que se compra a carne e vc mesmo prepara a carne.
Dia 22.01.13 - Uluru
Acordamos tarde pois estava nublado e chuviscando. Café no quarto (no hotel, "no food" - nenhum tipo de refeição é incluída) e fomos até o Parque Nacional, bem perto. A entrada )25AUD p.p) dá direito a três dias de parque.
Conhecemos o Centro Cultural, contando a história do povo Anangu, que vivia aqui, mas não se pode tirar fotos. Depois, contornamos o Uluru de carro e fizemos uma trilha leve a pé. Há muitas advertências sobre os riscos de desidatração e a subida ao cume não é permitida. O Uluru é considerado sagrado para os aborígenes e há trechos restritos, em que não se pode chegar ou não se pode fotografar. O artesanato local é bonito, mas bem caro.
Fomos até Kata Tjuta (Olgas) e voltamos para almoçar na cozinha dos hóspedes: um bom french rib com salada, para não atrapalhar a piscina. Por incrível que pareça, no almoço só a lanchonete do hotel fica aberta. A noite, retornamos à cozinha. Ao lado, na área do bar, música ao vivo, que se estende até umas 22h30.
Dia 23.01.13 - Coober Pedy - Explorer Hwy -
Saímos às 8h00, abastecidos (nessa região, a gasolina está custando 2AUD/l). Paramos em Erlunda e repetir o trecho torna a viagem bem cansativa. É engraçado porque, na estrada, parece que não se vê ninguém, mas quando se para nos postos, os carros começam a parar.
Logo depois, deixamos o Northern Territory e entramos no South Australia, alterando o fuso em 1h. Paramos em Marla para almoçar e, quando vi um frango assado, não acreditei: pedi logo e foi a mulher quem estranhou a gente comer um frango no restaurante. Vai entender!!!
Nas divisas de territórios, há placas advertindo sobre a "quarentine": restrições quanto a entrada de frutas e vegetais de uma região para outra. Não pegamos nenhuma fiscalização, mas achamos melhor não dar bobeira.
A estrada continua boa e bem tranquila, com menos movimento que na chamada zona negra. Há placas escritas em asiático (não sei diferenciar a escrita japonesa da chinesa, tailandesa ou coreana), mas português por aqui, nem pensar. Aos lados, só pasto muito seco e nada de gado ou lavoura.
Quase 50km antes da cidade, avistamos as minas de opala. Coober Pedy é famosa pela mineração de opala e há muitas placas advertindo sobre os perigos de buracos no solo, por conta da mineração. Há muitas casas, restaurantes e hotéis subterrâneos (a cidade é pequena, mas tem pelo menos 7 opções de hospedagem). Aqui, não fizemos reserva e estamos no melhor da cidade: Desert Cave Hotel. Nosso quarto é subterrâneo, sem janelas, muito legal.
Saímos para ver o por do sol nesse deserto, com cores lindas, já passada das 20h, e voltamos para jantar no hotel, com restaurante de padrão internacional e tratamento impecável.
Parte "social" do hotel:
Amanhã, seguiremos para o Valle Clare, região vinícola perto de Adelaide. Alteramos os planos e decidimos excluir Melbourne e a Tasmânia, porque gostamos demais do Red Centre e ficamos dias a mais que os previstos.
ainda bem que na Espanha podia beber a vontade . Lá era os tomadores que não estavam bons para beber . O papai ficou com do do Ro , morreu de dar risadas. Voces fazem muita falta.Estamos com muita saudades do keko.A MANU quando escuta barulho de avião lembra de vcs , titio, titia,tato......
ResponderExcluirNossa...estou adorando saber de todos os detalhes!
ResponderExcluirEstaremos por aqui acompanhando tudo...
Aproveitem muito.
Beijosss
Jô e Valentina
que pena que não estava em casa quando vc ligou. O André está esperando uma resposta sua a respeito da TV. Vc não falou nada das praias ? Ninguém quis se aventurar? mamãe
ResponderExcluirbeijos
Cuidado com as aventuras.Ficamos contente em saber notícias,mas estou com saudades de ouvir sua voz.Beijos abraços a todos.mamãe
ResponderExcluircomo é bom ouvir a voz de vocês. na próxima semana vamos dar uma olhada lá no sítio, ver como estão os boizinhos e o milho da pamonha . se quiser alguma coisa é só falar. beijos ,abraços .mamãe
ResponderExcluirE aí Keko já nadou ? Um bom domingo a todos. A vovó leu que aí é a maior incubadora de tartarugas gigantes , e que também pode ter a sorte de avistar baleias. saudades e beijos a todos. vovó
ResponderExcluirEstamos com saudades,precisamos conversar no Skype, a Lívia pergunta do Guinho todos os dias, já marquei o aniverário dela, domingo de Carnaval (10/02/2013), estamos esperando vocês e o João quer ver mais fotos. Beijo. Boa viagem. Ká.
ResponderExcluirAinda não estão na metade da viagem e já estamos com muita saudades,principalmente quando não recebemos notícias.Aqui tem chovido bastante. O clima está delicioso .Todos nos sentimos muita falta do Tato e de vcs tbem.A Gisele ficou de licença a semana passada, pois pegou conjutive.Amanhã ela volta a trabalhar. Hoje almoçamos na casa dela.
ResponderExcluirNão é muita "selva" para uma viagem de verão? Estamos com saudades e a Lívia gostou do chapéu de Crocodilo Dundee do Pepê! Gi mande fotos de vocês. Beijo. Ká.
ResponderExcluirnovamente um bom domingo a todos.Quantas aventuras !
ResponderExcluirHhoje a noite vamos comer uma pizza com a Manu ,Giseli e Renato. No domingo vamos assar uma carninha , pois ainda não usamos o fundo. Saudades do meu Keko.Com tantos pernoites em motéis e capaz de vir com um nenem, quem sabe. (eu entendi o que é motel). Beijos e abracos a todos.AMAMOS TODOS VOCÊS? mamãe e papai .
Eu já tinha entendido a explicação de motel. Só quis fazer uma brincadeirinha .KEKO vc deixou a vovó Li com frio na barriga , eu não teria coragem nunca de fazer isto, mas de andar de balão sim. A vovó Shirley do ver está foto acho que vai desmiar ....... beijos e abraços. Estou felizes vi vc
ResponderExcluirEsse meu sobrinho é mesmo corajoso! Acho que "puxou a mamãe"! Ká.
ResponderExcluirOh trio parada dura, não vão vir embora mais?
ResponderExcluirAbraços
Duda