terça-feira, 10 de janeiro de 2012

17º dia - Navegando no Delta das Américas

No Delta das Américas
O Laranja nos levou para conhecer as Dunas, lindas, formando os pequenos lençóis.




A lancha rápida do Josias (Yamaha 115) saiu do porto às 9h00, levando os Expedicionários, Caravela com d. Lúcia e Laranja com Sandra, cerveja, refrigerante e água de coco. Na saída, conhecemos o Antonio e o Nonato, que não tinham conseguido passeio e nos acompanharam.

Porto de Tutóia:

Cargueiro encalhado na praia da Barra em Tutóia:


O passeio passou por várias ilhas menores do Delta e parou em um banco de areia, para mergulho.



 Seguimos para a Ilha Melancieiras, linda!








O Josias entrou em uma área de Mangue. Logo avistamos uma canoa cheia de caranguejos ainda vivos. O tirador de caranguejos logo apareceu, todo sujo de uma espécie de lama. Depois, Josias conseguiu localizar, nas raízes do mangue, um cavalo marinho do mais raro, grávido, que foi rapidamente devolvido à natureza.






A raiz dos mangues branco e vermelho:



Chegando a areia, o mangue seca:


 Seguimos para a Ilha do Caju, um santuário ecológico. Faltam palavras e espaço na máquina para registrar a beleza da Ilha do Caju (que o Rô sonhava conhecer, mas não havíamos conseguido muita informação anterior sobre passeios), com 30km de praia deserta, com areias alvíssimas, a lagoa formada pela água do mar, com peixes de quatro olhos (são dois olhos, com divisão para enxergar sobre e sob as águas), parecido com lagartixa, que saltita sobre as águas.










De volta na lancha, achamos que fosse voltar, quando o piloto Josias voltou a oeste e parou nas dunas, de onde se avista uma boa parte da ilha. O Josias foi ímpar em explicar os locais.





No caminho para o almoço, outro cargueiro encalhado:



Paramos para almoçar na Ilha Coroatá. O almoço é encomendado desde o porto e vale a pena porque o lugar é lindo, atendimento acolhedor e ótima comida, com direito a conhecer um cajueiro que ocupa uma área de quase 5.000 metros quadrados. O Neto dá todas as explicações. Após o almoço, redes e pernas para o ar. Na ida, havíamos parado ao lado de uma canoa de pescadores para comprar caranguejos, que devoramos após o almoço.




O Guinho, com uma cabeça de tubarão:



Os meninos, andando embaixo de um cajueiro:

A mesma ponte, depois que a maré subiu:



Despedida de Coroatá:

Nova partida da lancha, para avistar área de proteção para reprodução de aves e, no fim do dia, pausa para admirar a chegada dos Guarás (aves dessa região, de coloração coral impressionante e longos bicos curvados, quase uma garça da cor de flamingo) ao “dormitório”, nos mangues.


Os pontinhos vermelhos nas árvores são guarás:


Enquanto voltávamos do passeio, os pescadores de caranguejo estavam começando seu trabalho:




Despedimo-nos de Tutóia com lindas imagens na memória e no coração, além das pessoas que conhecemos. O passeio proporcionado pelo Josias foi excelente, assim como a companhia de todos, em mais um por do sol. Teve show do Raça Negra na cidade, mas preferimos uma jantinha mais sossegada, em "casa".

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