18º dia – Jeri
Após acerto das contas com o Caravela e despedidas, passamos na casa do Laranja (estamos levando camarões secos por ele) e ainda ganhamos um CD do taxista Wemerson. Deixando nosso acampamento:
Saímos de Tutóia por volta das 9h30min. Deixamos o Maranhão, que achamos um Estado lindo, mas bem sofrido, com povo simples, casas simples (inúmeras cidades, incluindo Tutóia, não tem saneamento básico), cortamos o Piauí e chegamos ao Ceará, passando por Parnaíba (que nos pareceu uma cidade próspera e com boa estrutura), Chaval (com muitas pedras), Camarupim (onde paramos na sombra de sucupira para almoçar), Granja e Jijoca de Jericoacoara, onde chegamos por volta das 16h30min, estrada toda asfaltada e boa. No caminho, paramos para ajudar um jipe (o Rô vai ficar bravo de escrever isso, mas era um Defender 110)...
Por aqui, mesmo as casas mais simples são diferentes do Maranhão:
Salinas, próximas a Chaval:
Logo na entrada de Jijoca, há uma central de informações turísticas e o guia Rodrigo, da Associação dos Guias, nos acompanhou pelas dunas. Para entrar no areião, recomendaram murchar os pneus para 40 libras. Ao acabar o calçamento, havia um fio mais baixo e, adivinhem, veio conosco... (O guia voltou, conversou com o dono e melhor acertar o prejuízo....).
Saímos de Tutóia por volta das 9h30min. Deixamos o Maranhão, que achamos um Estado lindo, mas bem sofrido, com povo simples, casas simples (inúmeras cidades, incluindo Tutóia, não tem saneamento básico), cortamos o Piauí e chegamos ao Ceará, passando por Parnaíba (que nos pareceu uma cidade próspera e com boa estrutura), Chaval (com muitas pedras), Camarupim (onde paramos na sombra de sucupira para almoçar), Granja e Jijoca de Jericoacoara, onde chegamos por volta das 16h30min, estrada toda asfaltada e boa. No caminho, paramos para ajudar um jipe (o Rô vai ficar bravo de escrever isso, mas era um Defender 110)...
Por aqui, mesmo as casas mais simples são diferentes do Maranhão:
Salinas, próximas a Chaval:
Logo na entrada de Jijoca, há uma central de informações turísticas e o guia Rodrigo, da Associação dos Guias, nos acompanhou pelas dunas. Para entrar no areião, recomendaram murchar os pneus para 40 libras. Ao acabar o calçamento, havia um fio mais baixo e, adivinhem, veio conosco... (O guia voltou, conversou com o dono e melhor acertar o prejuízo....).
Quando pensamos que já tínhamos visto muita coisa linda, os olhos parecem não acreditar... Após trecho cortando um pouco de mata (deixando mais marcas na casinha), chegamos a areia. O guia Rodrigo deixou a moto e subiu na lateral do caminhão, para guiar melhor nas dunas, já que o caminho muda constantemente. Transitam vários carros particulares e camionetes de passeio.
Entrando no Parque Nacional de Jericoacoara:
´Levando a galhada:
Transitar pela areia fina, pegando algumas corcovas, dá um friozinho na barriga, que passa ao contemplar tanta beleza. As dunas são indescritíveis e aqui há lagoas com água. De um lado, o sol se pondo, do outro, no mesmo alinhamento (uau!!), a lua chegando. Nós, no meio do areião, agradecendo a Deus por tudo!!.
´Levando a galhada:
Transitar pela areia fina, pegando algumas corcovas, dá um friozinho na barriga, que passa ao contemplar tanta beleza. As dunas são indescritíveis e aqui há lagoas com água. De um lado, o sol se pondo, do outro, no mesmo alinhamento (uau!!), a lua chegando. Nós, no meio do areião, agradecendo a Deus por tudo!!.
Chegando a Jeri, após cerca de 40 minutos de Jijoca, paramos no estacionamento, na entrada da vila, onde são obrigados a ficar todos os veículos que estão aqui, para preservar o Parque Nacional. Há camionetes à disposição para levar à vila. De repente, parou uma camionete e desceram funcionários do governo com fardas camufladas. Deu mais frio na barriga que as corcovas das dunas. Eles disseram que não poderíamos ter vindo de caminhão pelas dunas, mas não havia placa e desconhecíamos qualquer restrição, além de ser intenso o tráfego de camionetes, principalmente D20 e Hilux, de passeio. Broncas levadas, explicações feitas, teremos que voltar por outro caminho, mais longe, com “costela de vaca” e areião. Ainda bem que não sabíamos, porque o percurso foi mais lindo que a beleza do deserto do Atacama. “Brasil de um sonho esplêndido”!!
Mais um por do sol:
Em compensação, pudemos parar o minhão no estacionamento, com funcionários 24 horas, conseguimos ponto de água e energia. Chique no último...
Ah, tem uma Lei municipal proibindo tráfego de veículos pela vila e, por isso, há um amplo estacionamento na entrada (R$ 10,00 a diária) e duas camionetas que levam e buscam até o centro, gratuitamente. Pegamos uma dessas para ir à vila e fomos ao D.Amélia Restaurante e Forró, na rua do Forró; comida boa, ao som de MPB ao vivo.
A internet aqui é via rádio e está difícil. Estou escrevendo no word porque não consigo wi fi e as duas Lan Houses que descobri até agora estão lotadas.
O Rô disse que se sentiu no Dakar, andando de caminhão nas dunas, totalmente off road. De minha parte, fico impressionada como um veículo (que pesou 9.700kg na balança de Palmas), anda pela areia. Eu mal ando a pé e, de bike, nem pensar....
Giseli e Renato: o “trambolhão” (como o Guinho chama o climatizador) que vocês emprestaram está salvando as noites da galera. Ainda bem que, por aqui, não tem pernilongos e as janelas abertas ajudam.
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